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O Estúdio Flexiv de Design é um núcleo de inteligência em design idealizado por Ronaldo Duschenes, arquiteto, designer e presidente da Flexiv. Localizado na fábrica da empresa, em Pinhais/PR, o Estúdio pesquisa, propõe, viabiliza e dita novas tendências para ambientes de trabalho. Sob a coordenação do designer Dari Beck e com uma equipe formada por designers, prototipistas e engenheiros de processo, o Estúdio Flexiv de Design está sempre à frente, trazendo soluções inovadoras para o segmento de mobiliário para escritório. |
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| A Flexiv investe cada vez mais no diferencial do design e se consolida como marca premium no mercado. Com muita criatividade, pesquisa e experiência, cria sistemas de trabalho que são esteticamente diferenciados e funcionais. Veja aqui alguns exemplos de criação: |
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Criação da Linha DR3 |
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O projeto da linha DR3 teve início em 2004 com dupla finalidade: acadêmica e de mercado. Isso porque ela foi criada pelo designer Dari Beck como projeto de conclusão do curso de Desenho Industrial (Universidade Tuiuti do Paraná) e implementada pela Flexiv, com a participação do arquiteto, designer e presidente da empresa Ronaldo Duschenes. Depois de acertada a parceria entre universidade e indústria, o trabalho foi ganhando forma. Este projeto contou com a orientação do designer e crítico de design Ivens Fontoura, pela Universidade Tuiuti do Paraná. Passou então pelas etapas criativa, de desenvolvimento e de implementação. Com todo o processo de metodologia acadêmica e de realização na indústria, o trabalho ficou completo e foi aprovado com mérito. A linha DR3 foi desenvolvida em seis meses e atualmente faz parte do portfólio de produtos da Flexiv, com sucesso.
O conceito desta linha foi todo baseado em um sistema de trabalho que pudesse trazer o prazer de trabalhar de volta para o escritório. Com uma proposta mais leve e despojada, a DR3 foge do design de um escritório padrão e permite que o funcionário interaja com o espaço e resgate a auto-estima. Seu grande diferencial é fazer com que o ambiente de trabalho seja flexível e agradável.
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Sinergia entre criações |
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“Quem reparar nas linhas DR3, MB3 e no Mancebo, vai notar que há uma sinergia entre eles”, comenta o designer Dari Beck. Realmente, o design e a proposta destas linhas partem da mesma linguagem. Segundo Dari, isso acontece porque elas fazem parte de uma nova linguagem criada pela Flexiv baseada nas novas tendências em modos de trabalhar. Linhas mais antigas - dos tempos em que o notebook não era tão popular nem toda a comunicação interligada - sofreram um “redesign” (redesenho) para se adaptar ao novos tempos. A partir de algumas previsões que se concretizam e informações do mercado, as peças passam por esta releitura e se adaptam às novas circunstâncias. E o mais importante, salienta Dari, é que esta indústria de mobilário para escritórios “não segue moda, o que fazemos são inovações. Não temos coleções que mudam com frequência e ficam datadas. Temos sistemas que sofrem alterações de adaptação”. Ou seja, nenhum móvel corre o risco de ficar ultrapassado.
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O surgimento da Móbile NB através do redesign |
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Os móveis de escritório acabam sofrendo adaptações para acompanhar o desenvolvimento tecnológico. Exemplo disso é a mesa Móbile NB (Notebook), uma nova versão da já conhecida mesa Móbile. Segundo o coordenador do Estúdio Flexiv de Design, o designer Dari Beck, a mesa Móbile (vencedora do Prêmio Móvelsul Indústria) sofreu um “redesign (redesenho) por causa dos novos equipamentos de informática que estão sendo utilizados pelos clientes, como monitores de tela plana e notebooks”. Devidamente alterada, a mesa agora não possui mais dois planos, um para monitor e outro para teclado. Conta apenas com um plano, mas continua com o espaço para impressoras e scanner, abaixo do tampo. Também seguindo outra tendência, a de ter um espaço de trabalho em casa, a Móbile NB faz parte do Home Kit Flexiv, junto com o Wall Organizer. Os kits combinam com qualquer decoração, nas cores preto e branco e podem ser adquiridos para pronta-entrega.
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O diferencial da engenharia simultânea |
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A Flexiv vêm há cerca de dez anos estruturando um trabalho de engenharia simultânea, que é o envolvimento integrado de todas as áreas envolvidas no processo de criação, desenvolvimento e implementação de suas linhas de móveis para escritório. Desta forma, todas as áreas interagem entre si e produzem mais e melhor, potencializando a viabilização dos projetos. A empresa já é conhecida por ter no design um de seus grandes diferenciais e por isso conta com a equipe do Estúdio Flexiv de Design para propor e colocar na prática novas soluções neste mercado. Fazem parte da equipe o presidente da empresa, Ronaldo Duschenes, que é também diretor de criação, designer e arquiteto, o designer de produto e gerente do departamento de design, Dari Beck, e uma equipe formada por designers, prototipistas e engenheiro de processo. O Estúdio é a realização de um projeto idealizado por Ronaldo e que hoje conta com a coordenação de Dari, que inclusive é autor e colaborador de diversos desenhos de produtos premiados da Flexiv.
“A intenção era criar uma inteligência própria, tendo sempre a inovação em mente. É muito importante desenvolver e acompanhar o produto em todo o seu ciclo, da idéia até ele pronto no showroom e no escritório do cliente”, explica Ronaldo. Segundo o gerente do departamento de design da Flexiv, Dari Beck, “este é um trabalho diferenciado para uma indústria de móveis. Ter os setores de criação e engenharia trabalhando em harmonia só faz com que aumente a produtividade”.
O designer também explica que para que a idéia de um móvel saia do papel e se transforme em realidade, é preciso seguir cinco premissas básicas (lembrando que não estão em uma escala de importância):
1. Técnica: as equipes de design e engenharia precisam atender a todas as normas e necessidades, se preocupando com questões como materiais mais adequados, termos de garantia, entre outros detalhes tão importantes.
2. Desempenho: engloba manutenção, segurança e usabilidade.
3. Design: seguindo conceitos de estilo, escolhendo acabamentos, e sempre buscando a inovação.
4. Custo: tem que ser compatível com a qualidade, mas tendo sempre em mente a viabilidade.
5. Ergonomia, onde é preciso analisar todos os elementos que unidos fazem com que o usuário do móvel tenha uma atividade mais produtiva e confortável.
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Como nasce um móvel de escritório |
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Da idéia inicial até o produto pronto, ocorrem várias fases deste processo que ao todo dura cerca de seis meses. Inicialmente, é feita uma pesquisa para avaliar as tendências, o público a ser trabalhado, tecnologia, periféricos, etc. “Nesta fase criativa, a maioria das idéias surge a partir de uma necessidade ou uma sugestão”, comenta Dari Beck. Para que isso ocorra de uma forma produtiva, é muito importante contar com uma equipe que possua um vasto background na área, como é o caso do Estúdio Flexiv de Design.
A partir dos pré-requisitos já citados acima, é elaborada a conceituação do produto e, em seguida, a geração de alternativas. Na sequência, ocorre a seleção e o desenvolvimento de alternativas para daí então ser elaborado o protótipo. Depois de pronto, é feita a apresentação do material para as equipes de marketing, comercial e produção. Assim que aprovado pelas equipes, é iniciado o processo de desenvolvimento, com a análise do protótipo, definindo o projeto e seus acabamentos. Quando este processo está concluído, é então realizado um protótipo final e a última apresentação para as mesmas equipes da outra fase. Finalmente, na última fase do processo, a de implementação, é feito o cadastro dos produtos, a fabricação para exposição em showroom, a tabela de preços, a descrição técnica, o catálogo, a apresentação para os vendedores e a apresentação e treinamento para os montadores. Resumindo, o processo todo é feito em três fases: a criativa, a de desenvolvimento e a de implementação. Em todas elas, a integração das equipes e departamentos é fundamental para que todas as necessidades de um móvel de escritório sejam atendidas. É isto o que chamamos de engenharia simultânea.
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O bom design na prática Ronaldo Duschenes |
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Por comodidade, encurtamos o Industrial Design para chamá-lo apenas de Design. Mas nem por isso devemos esquecer esta sua origem, seu lado mais mercadológico. Um bom designer é aquele que, além de ter talento, inova e consegue criar já pensando na execução da idéia. Concretizar um projeto está na essência do design e da inovação. Se um projeto não se concretiza, ele não inova e é apenas um projeto, dentro do universo das criações livres e etéreas.
Como designer, arquiteto e industrial da área de móveis de escritório, posso dizer que é vital para um bom designer saber trabalhar em equipe. Há uma série de profissionais envolvidos em todo o processo de um projeto, desde a sua idealização até chegar ao consumidor. Neste circuito todo, contamos com profissionais dos mais variados setores como prototipistas, engenheiros de produção, técnicos em geral, técnicos da informação, administradores, colaboradores de piso de fábrica, profissionais de logística, transporte, montagem. Isto só no ambiente da indústria. Ainda contamos com o pessoal da área estratégica, como a equipe do marketing, publicidade, assessoria de imprensa, fotógrafos, web designers, designers gráficos, entre outros. Em contato mais direto com o público, temos ainda a equipe comercial, que inclui os vendedores (verdadeiros consultores), a equipe de design comercial (que elabora layouts e renderings dos projetos), e os arquitetos, que projetam os espaços. É uma grande rede de profissionais que trabalha desde a análise de uma demanda, uma nova forma de trabalhar, uma nova tecnologia, até a entrega do produto no escritório do cliente e seu feedback.
Para sair na frente, ter um diferencial, é essencial que o designer tenha uma boa noção do mercado. Na minha opinião, o design tem que ser surpreendentemente bonito. Mas além de belo, deve ser útil e prático. Para tanto, é preciso que o designer esteja aberto para o mundo. O bom designer tem uma forma especial de olhar as coisas ao seu redor. Com o seu apurado senso estético, ele sensorialmente e intelectualmente diferencia o que gosta e o que detesta. Atua usando sua intuição e conhecimento. Isso também se aplica no dia-a-dia do seu trabalho. É um aprendizado, se você cria utilizando como vetor a indústria, você tem que conhecê-la, tem que ter a capacidade de amar e detestar também as técnicas e tecnologias que vão produzir o que você sonhar.
Não tem fórmula mágica, know-how só se adquire na prática, no dia-a-dia. Em parceria com o marketing, por exemplo, o designer consegue se aproximar de seu público, já que muitas vezes está distante em seu estúdio criando e não consegue perceber certas necessidades de seu cliente. Como analista do comportamento das pessoas com relação aos produtos consumidos, o marketing acelera, facilita o sucesso de novos produtos no mercado. É esta área também que vai compreender aquele que vai usar e aquele que vai comprar, que nem sempre é a mesma pessoa. A equipe do marketing participa na criação dos produtos ao perceber quais necessidades temos que atender e em que ordem de prioridade. Resumindo, o designer sozinho não viabiliza seus projetos, afinal, ter idéias é o início deste processo, criativo mas também prático, que envolve o complexo trabalho de Desenho Industrial.
Ronaldo Duschenes é designer, arquiteto e empresário, atuando como presidente da Flexiv – Escritórios de Sucesso, marca de móveis para escritório. Também é conselheiro na
ABIMÓVEL (Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário), ex-presidente e atual vice-presidente do SIMOV (Sindicato da Indústria do Mobiliário e Marcenaria do Estado do Paraná), vice-presidente da FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), conselheiro da Unindus (Universidade da Indústria), conselheiro do IBQP (Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade) e também suplente do Conselho Superior do IAB-PR (Instituto de Arquitetos do Brasil).
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A revolução no trabalho corporativo Por Ronaldo Duschenes |
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Neste mês de maio, quando se comemora internacionalmente o Dia do Trabalho, é interessante verificarmos a verdadeira revolução que ocorreu não apenas na organização do trabalho nas indústrias, mas também no setor corporativo, no período marcado pela velocidade das transformações: o século 20, especialmente em sua segunda metade, e neste início de século 21. As mudanças podem ser observadas de forma muito visível: se colocarmos, lado a lado, duas fotografias – uma de 1908 e outra de 2008 - dos escritórios de uma empresa multinacional centenária e de ponta em seu segmento, a diferença verificada nos dois ambientes certamente será brutal. De um lado, funcionários rigorosamente engravatados alinham-se em fileiras de pesadas mesas e cadeiras, quadradas e de linhas invariavelmente retas, em madeiras de tons escuros. A iluminação geral é precária; os equipamentos básicos são as também robustas máquinas de escrever e de calcular. O ambiente geral é escuro e opressivo. O outro instantâneo, atual, revela espaços leves, com mobiliário de cores claras, iluminação com o número de lux adequado a cada tipo de atividade e mesas limpas; sobre elas, apenas um telefone (eventualmente, nem isso, substituído pelo celular). O que a câmera,agora digital, revela de diverso entre esses dois “mundos” do trabalho corporativo deve-se à revolução introduzida pela tecnologia da informação (TI), principalmente a partir do final da década de 1990. A explosão da informática, da internet, da comunicação por celular, entre outras inovações, alterou também a arquitetura das edificações e de interiores, com o design e a ergonomia investidos no mobiliário e a iluminação das áreas de trabalho ganhando forte relevância, mudando completamente o panorama das empresas.
Nesses nossos novos tempos, tudo é realmente diferente. As barreiras – físicas e organizacionais – caíram e as formas de encarar a participação dos funcionários e colaboradores nas organizações também. A informatização permitiu reduzir o número de funcionários, com o corte de determinadas funções. O trabalho passou a ser fortemente colaborativo e, nas companhias de vanguarda tecnológica, a presença física do funcionário no escritório já não é tão necessária, proporcionando nas empresas mais avançadas a possibilidade de seus empregados e colaboradores conciliarem vida profissional e pessoal. Um dos melhores exemplos dessa nova forma de trabalho pode ser encontrado na sede da empresa espanhola de telecomunicações Telefonica, em Las Tablas, Madri. Ali, a empresa criou uma nova sede, batizada de “Distrito C”, na qual a meta é que, em 2008, cerca de 40% dos mais de 7 mil funcionários da empresa trabalhem num esquema que soaria completamente absurdo não digo no início, mas até mesmo em meados do século 20: eles não têm mesa de trabalho. Utilizam computador portátil, agenda eletrônica e celular e possuem crachás que permitem a eles escolher os locais mais adequados para trabalhar, na empresa ou, se preferirem, em casa.
Evidentemente, essas mudanças implicam alterações enormes em relação ao mobiliário exigido para acomodar funções tão múltiplas e mutantes. As estações de trabalho hoje pedem uma dinâmica maior, mas ainda com certa privacidade, e as divisórias cumprem novos papéis – não mais de isolar, mas de garantir privacidade mínima exigida pela função. A iluminação, em vez de ser uniforme, passa a ter a quantidade adequada para cada tipo de trabalho; fachadas controlam a luminosidade e o calor. Os laptops assumiram o posto antes ocupado pelo volumoso kit CPU, monitor, mouse, teclado e caixa de som. A ergonomia é fator de produtividade e qualidade de vida profissional e cada vez mais aplicada no desenho de um móvel.
Naturalmente, a concepção de um projeto de arquitetura de interiores para um escritório moderno exige a colaboração de profissionais de diversas áreas: o arquiteto responsável pelo projeto de interiores; o lighting designer, autor do projeto de iluminação; o arquiteto-paisagista, que desenvolve o projeto de paisagismo do ambiente; e o designer de produto, que projetará o mobiliário mais adequado para aquelas atividades e funções. Como resultado, tanto do ponto de vista estético quanto funcional, e até ambiental, os espaços de trabalho tornam-se mais agradáveis, com mobiliário adequadamente especificado e com características ergonômicas que preservam a saúde dos funcionários e colaboradores. Isto também já está disponível no Brasil, a preços relativamente acessíveis. Basta querer. A diferença pode ser vista na foto, no rosto das pessoas!
Ronaldo Duschenes é designer, arquiteto e presidente da Flexiv – Escritórios de Sucesso, empresa de móveis para escritório. É conselheiro da Abimóvel (Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário), ex-presidente e vice-presidente do Simov (Sindicato da Indústria do Mobiliário e Marcenaria do Estado do Paraná), vice-presidente da Fiep (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), conselheiro da Unindus (Universidade da Indústria) e do IBQP (Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade)
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Colocando as idéias no lugar Por Ronaldo Duschenes |
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Podem parecer semelhantes, mas criatividade, invenção e inovação são conceitos bem diferentes. Eles até interagem entre si, mas há um longo caminho entre uma profusão de idéias e um produto bem-sucedido no mercado. Então, vamos organizar as idéias:
CRIATIVIDADE é um produto da mente humana, é a nossa imensa capacidade – e isso as crianças fazem muito bem – de encontrar novas formas de agir, interagir, brincar, abstrair. Os adultos criativos e não bloqueados pela auto-censura usam a criatividade a fim de se divertir, sem nenhum objetivo mercadológico ou comercial por trás disso. A Criatividade está inserida no universo das idéias.
INVENÇÃO é um passo à frente da Criatividade, onde se constrói, se esboça um produto ou processo inédito, resultante da combinação de idéias criativas concretizadas. A Invenção está inserida no universo das tecnologias, que são os meios que fazem com que as idéias se tornem reais.
INOVAÇÃO é a transformação da Invenção em um bem de consumo, algo que tenha aceitação no mercado. É a Invenção produzida em escala industrial. A Inovação está inserida no universo dos mercados, uma vez que precisa ser vendável.
Muitas vezes, inventores que são experts em criar novos produtos e processos costumam patentear suas criações para vendê-las a quem tem interesse em produzi-las. O que o mercado não aceita são idéias mirabolantes, difíceis de executar e sem função ou demanda mercadológica. É o caso do Professor Pardal, das histórias da Disney. Para invenções caseiras, ele é genial; já para o mercado, nem tanto.
No Design, área em que atuo, temos que voltar nossas idéias para o desenvolvimento de produtos. Perguntamos: isto é viável? Terá aceitação no mercado? Ou respondemos a uma demanda direta inovando a partir de uma solicitação concreta. Em qualquer uma das situações utilizamos uma síntese entre processos científicos pré-determinados e nossa intuição. Inovações podem até mesmo ser pequenas melhorias em produtos já existentes. Seu valor é sempre dado por sua aceitação no mercado. A inovação pode ser tecnológica, mas torna-se muito mais poderosa quando aliada a um bom desenho. Daí a importância do bom design e do bom designer. É preciso contar com a intuição e ter noção de mercado para gerar um produto que tenha aceitação, aplicações úteis.
Resumindo: a Criatividade está inserida no universo dos processos cognitivos, a Invenção está no dos processos tecnológicos e a Inovação no universo dos processos empresariais. Ou seja, o processo todo é transformar boas idéias em bons negócios.
Ronaldo Duschenes é designer, arquiteto e empresário, atuando como presidente da Flexiv – Escritórios de Sucesso, marca de móveis para escritório. Também é conselheiro na
ABIMÓVEL (Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário), ex-presidente e atual vice-presidente do SIMOV (Sindicato da Indústria do Mobiliário e Marcenaria do Estado do Paraná), vice-presidente da FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), conselheiro da Unindus (Universidade da Indústria) e também conselheiro do IBQP (Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade).
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Explorando os móveis de escritório Por Ronaldo Duschenes |
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Você está confortável na sua mesa e cadeira de trabalho? Já ousou mexer nos mecanismos da sua cadeira? Quando pensamos em móveis de escritório, muitas vezes vem à cabeça a imagem sólida, imóvel e compacta da mesa-e-cadeira. Pois saiba que nós, designers, fazemos questão de que você experimente, por exemplo, sua cadeira, e descubra as várias adaptações que ela permite fazer (como ajuste lombar, de altura, inclinação do assento, apoio cervical, etc.). No que depender da gente, você nem vai sentir as tantas horas de trabalho.
Quando um bom móvel de escritório é criado e projetado, ele deve responder a vários quesitos fundamentais. Design, ergonomia e usabilidade são alguns deles. Isso significa facilitar a compreensão do seu uso e aproveitá-lo em seu potencial (usabilidade), além de oferecer mais conforto para trabalhar (ergonomia). Tudo isso ainda sem deixar com que a peça também seja bonita e agradável aos olhos, onde entra o design. Para ficar mais claro, vamos por etapas:
Você sabe mexer nisso?
Usabilidade é um termo ainda pouco difundido mas extremamente importante quando falamos em objetos de uso diário. De que adianta ter o celular mais high-tech, o microondas mais potente ou a cadeira de “chefe” mais cheia de recursos, se você não consegue utilizar nem 1/5 do que eles lhe oferecem? É tanto botão, apetrecho e liga e desliga que fica até confuso. Por isso, e especialmente no caso dos móveis de escritório, eles devem ser acima de tudo, usáveis. Então, coragem, pode começar a testar a sua cadeira, pra começo de conversa.
Ergonomia é essencial
Somada à usabilidade, e também fazendo parte dela, está a ergonomia. Ergonomia, segundo a definição mais técnica, é a “qualidade de adaptação de um dispositivo a seu operador e a tarefa que ele realiza”. Para simplificar, podemos dizer que a ergonomia está na origem da usabilidade, porque quanto mais adaptado o mobiliário de escritório for a seu usuário, maior será a eficácia. E o conforto, claro.
Dupla imbatível
Quando a ergonomia e a usabilidade se encontram em um sistema de trabalho, o usuário ganha mais tempo, produz com mais qualidade e viabiliza sua realização. Ou seja, a dupla usabilidade+ergonomia serve para obtermos outra dupla fundamental: eficiência+satisfação.
Ronaldo Duschenes é designer, arquiteto e empresário, atuando como presidente da Flexiv – Escritórios de Sucesso, marca de móveis para escritório. Também é conselheiro na ABIMÓVEL (Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário), ex-presidente e atual vice-presidente do SIMOV (Sindicato da Indústria do Mobiliário e Marcenaria do Estado do Paraná), vice-presidente da FIEP (Federação das Indústrias do Estado do Paraná), conselheiro da Unindus (Universidade da Indústria) e também conselheiro do IBQP (Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade).
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A importância do briefing no design de ambientes empresariais Por Ronaldo Duschenes |
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Em uma conversa particular com Elói Zanetti, renomado profissional de marketing, comunicação corporativa e estratégia de vendas do Paraná, falamos das dificuldades que os profissionais de criação encontram na etapa inicial de seus trabalhos, a do “briefing”. Dessa conversa resultaram alguns textos e palestras feitos com muita competência pelo Elói, em sua área. Restou para mim dirigir o assunto para o design, mais especificamente para a área deste segmento que me sinto mais à vontade que é a de móveis para ambientes empresariais, bem como para o design desses ambientes.
Como briefing é um anglicismo, vou dar minha interpretação do termo. Brief quer dizer rápido, curto, sintético. E briefing é um resumo, uma síntese do objetivo ao qual se pretende chegar, com característica de dar o início, o “start” de uma atividade, de um projeto, a ser realizado pela parte “briefada”, o contratado.
Por que nem sempre o briefing dá certo?
Se o briefing é uma primeira conversa que deve levar o designer à criação do melhor produto ou do melhor ambiente, será que essa conversa não deveria acontecer diretamente entre os atores principais, ou seja, designer e diretor de estratégia, CEO, presidente da empresa, ou o profissional da empresa que, ligado ao RH, decidirá com a máxima competência interna da empresa como será seu futuro? Embora eu acredite firmemente que assim deva ser, raramente é o que acontece.
As empresas, principalmente as maiores, têm por costume delegar para funcionários ligados a setores de suprimentos, os compradores, que recebem esse briefing de algum dos diretores da mesma e o repassam ao designer. Bem, quando é isso o que ocorre, as dificuldades para o designer (ou arquiteto, quando é o caso) são imensas. As chances de acertar diminuem muito e o resultado acaba por ser mais pobre ou generalista do que poderia ser se tivéssemos as competências corretas envolvidas desde o primeiro instante. E como o profissional de suprimentos é medido pela sua capacidade de “comprar barato”, o resultado é o que poderia se esperar, com raras exceções.
Portanto, quem deve ser o responsável por um briefing com melhores chances de chegar ao melhor resultado?
A primeira resposta lógica é o cliente.
Mas também é o designer, porque cabe a ele chamar a atenção do cliente para o fato que acabamos de relatar. Missão nada fácil, uma vez que hábitos empresariais arraigados são de difícil mudança.
Além de haver outro mau hábito, desta vez nas empresas de criação, que é o de utilizar a figura do “contato” que acaba tentando fazer o papel de interface entre as partes. O contato, a não ser que tenha uma capacidade sobre-humana, sempre perde informações vitais para o processo. É a instalação do “telefone sem fio”.
De quem é a culpa de um briefing mal feito?
Acredito que seja de novo das duas partes. O profissional do design entende de seus processos de criação, mas nem sempre compreende o negócio de seu cliente. Para que o produto final, a implantação de um ambiente enriquecedor e produtivo atenda a empresa de forma plena, o cliente terá que comunicar no briefing as características essenciais do seu negócio, como a empresa trabalha, como são as relações hierárquicas e principalmente qual é a cultura de interação entre os diversos níveis ou departamentos de sua companhia.
Várias questões pertinentes devem ser feitas neste momento. Como a empresa se relaciona com seus clientes, ela é vendedora ou compradora? Que necessidade de demonstração de seu poder ela tem? Perguntas delicadas devem ser feitas nesse momento, porque definições radicais devem ocorrer nesta etapa. O projeto poderá ser “arrojado” ou deverá transmitir a sensação de sobriedade? A empresa é moderna no uso da tecnologia? Migrará para os mais avançados equipamentos? Utilizará os meios que as novas tecnologias permitem como funcionários que trabalham em lugares remotos e somente se encontram presencialmente com pouca freqüência? Ou são times que fazem do contato permanente a sua força?
Parece fácil, mas é aí que as grandes falhas de comunicação acontecem e fazem com que o que poderia resultar em um grande projeto resuma-se em um arranjo simplificado de mobiliário.
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Os móveis de escritório e a evolução do trabalho Por Ronaldo Duschenes |
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Os móveis de escritório constantemente têm que encarar a missão de se adaptar aos novos tempos. Com a tendência da redução de mão-de-obra, o aumento da demanda em prestação de serviços e a implantação de novas tecnologias que facilitam os processos, os móveis de escritório deixaram de ser meros coadjuvantes e passaram a colaborar nos resultados. As estações de trabalho hoje pedem uma dinâmica maior, mas ainda com uma certa privacidade, uma nova tarefa para as divisórias. Os laptops tomaram o lugar do volumoso kit CPU, monitor, mouse, teclado, caixa de som. Isso sem falar da tão comentada ergonomia, importante a ponto de interferir na saúde e rendimento da equipe. Por isso, os novos móveis de escritório têm que ser versáteis o suficiente para se adeqüar a qualquer tipo físico ou demanda de trabalho.
Acredito que um dos trabalhos das marcas de móveis de escritórios é acompanhar a evolução do mobiliário, desenvolvendo e oferecendo móveis ergonômicos e absolutamente usáveis. E para que os móveis sejam aproveitados em todo o seu potencial, é fundamental também contar com a participação do arquiteto ou designer de interiores. Somente um profissional desta área consegue harmonizar toda a dinâmica de um escritório, já que conhece os fluxos, as relações interpessoais, a acústica das salas, a iluminação, o paisagismo, enfim, todos os elementos que influenciam no bom funcionamento de um escritório. Podemos dizer que a colaboração do arquiteto ou designer de interiores é uma parceria com o fabricante dos móveis, cada qual com sua responsabilidade em oferecer as melhores opções para uma maior produtividade. As duas partes unidas conseguem otimizar os espaços e retomar o prazer de trabalhar, produzir e se comunicar.
E quando todos estes elementos trabalham juntos e em sintonia, todos saem ganhando. Ganha o funcionário, que pode trabalhar com conforto e produzir mais, além de se sentir prestigiado. Ganha o chefe deste funcionário, que pode contar com um colaborador mais satisfeito e também com um escritório apresentável. Ganha a empresa, pelo aumento da produtividade e consequëntemente sua rentabilidade e valor de mercado. Ganha o arquiteto, que pode se orgulhar de ter projetado um espaço saudável de trabalho. E ganha a fábrica de móveis, que pôde se envolver e participar deste processo todo com seu expertise em ergonomia, design e funcionalidade. Todos em sintonia por um ambiente de trabalho mais saudável.
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O Design é a alma do negócio! Por Ronaldo Duschenes |
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No livro do consultor de marcas e guru Tom Peters, chamado Design, ele defende que o design deve fazer parte de todo o planejamento estratégico de um produto. Não é um mero acabamento final, que entra no fim do processo para dar um toque. Ele é estratégico! E como o próprio guru comenta, os designers não deveriam ficar confinados em cubículos, criando longe dos estrategistas da empresa. “Deveríamos convidar os designers a sentar ao lado do presidente na sala da diretoria”. Nada mais justo. Porque, sem exagero, o design é a alma do negócio, ele deve vir primeiro, ele deve ser valorizado.
Conceito KISS
E por que complicar se a gente pode simplificar? No design, a famosa regra do menos é mais, pregada pelo arquiteto alemão Mies van der Rohe, não poderia ser mais atual. A simplicidade não só no design de produtos como nos processos e formas de comunicar uma marca vai ser sempre visto como uma qualidade por seus consumidores. Não é à toa que o design dos produtos da Apple, por exemplo, são tão copiados. Veja o Ipod. Suas formas e manuseio simplificados deixam o produto mais bonito e, também por isso, mais vendável. E atente para o fato de não confundir simplicidade com pouca qualidade ou pouco cuidado. É por isso que o design é tão importante. Ele é estudado e analisado para facilitar o uso dos produtos sem deixar a questão estética de lado. Tom Peters aponta uma regrinha fácil de lembrar e que serve de base para o trabalho de todo designer e criador: K.I.S.S, que significa Keep It Simple, Stupid! (Mantenha Simples, Sua Besta). Claro que existem determinadas áreas em que esta regra não se aplica, geralmente aquelas que precisam de uma linguagem e representação mais ornamentadas ou empoladas. Mas em geral, manter a simplicidade é tudo.
O design na prática
No mesmo livro, Tom Peters também comenta que acredita que 99% dos espaços de trabalho não são “humanamente amigáveis”. Ele tem razão. Muitos escritórios colocam mesas, cadeiras, estações de trabalho claustrofóbicas e de qualquer jeito, para todos os funcionários e departamentos. Como designer e presidente de uma marca de móveis para escritório, também fico revoltado com a pouca importância que muitas empresas dão ao ambiente de trabalho. Nos dias de hoje, com técnicas e tecnologias mais apuradas, contamos com mesas e cadeiras ergonômicas, divisórias de vários tamanhos para todos os tipos de contato entre colegas, soluções para home office, salas de reunião, mesas que favorecem a troca de idéias, e por aí vai... E, claro, tudo isso com um design embasado, muito pesquisado e conceitualizado. Em nosso caso, pelo Estúdio Flexiv de Design, onde as linhas simples e orgânicas são valorizadas e os componentes e facilidades de uso também estão inseridos no conceito “menos é mais”. O grande desafio de qualquer criativo hoje é fazer com que o útil se mantenha simples, bonito e ainda assim completo.
O desafio da excelência
Com o design bem conceituado, muitas marcas conquistaram o patamar de “love brand”. Na definição de Tom Peters, design é aquilo que você ama. Não o que você gosta ou não gosta. O que você ama. É aquela sensação muitas vezes inconsciente de simpatizar com a marca e não saber direito porquê. E o design tem grande papel nesta experiência. Steve Jobs, fundador da Apple, disse que tem sempre em mente a idéia de criar produtos “loucamente ótimos”. E já sabemos pelo exemplo dele que isso não significa ser rebuscado. Ser “insanely great” é um bom princípio para o trabalho de qualquer designer. Ser excelente, inovador, quase artístisco e, ainda assim, conseguir manter a simplicidade.
Por buscar este padrão próximo da genialidade, o trabalho do designer deve ser valorizado.
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Para compreender melhor os termos e conceitos, listamos aqui algumas palavras-chave:
Customização: a palavra não consta no dicionário, mas surgiu da expressão “custom made”, que significa “sob medida” e do verbo “to customize”, que é “adaptado ao gosto pessoal”. Na Flexiv, a customização é um dos grandes diferenciais, aliada ao design. Acabamentos e medidas podem ser alterados em função do projeto onde as medidas-padrão não se encaixam. Isso porque a Flexiv conta com a equipe do Estúdio Flexiv de Design que avalia a situação de mudança e altera o móvel, redesenhando-o e mantendo-o nos padrões de funcionalidade e ergonomia.
Design: “arte ou técnica de desenhar objetos com vistas à sua produção industrial”. Hoje, o design abrange um conceito muito maior do que somente “desenho industrial”. Por ser uma palavra de origem inglesa, é difícil encontrar a tradução exata do termo. Mas certamente o design é uma área que engloba a criação e a concepção de algo, seja ele um produto ou não, assim como a sua interação com as pessoas.
Ergonomia: “estudo científico das relações entre homem e máquina visando a uma segurança e eficiência ideais no modo como eles interagem”. Traduzindo, é uma forma de trazer mais conforto para quem trabalha, evitando danos futuros. Pensando não só no design e sim no design com ergonomia, o Estúdio Flexiv de Design cria peças de mobiliário onde a beleza e a funcionalidade caminham juntas. É preciso pensar nos apoios para os braços, na interação entre funcionários, na privacidade, nas adaptações para cada tipo físico, etc. Estes pontos são todos analisados e revistos antes do móvel estar pronto para ser utilizado. E tudo isso ainda agregado ao diferencial do design, que traz mais beleza à funcionalidade.
Inovação: concepção, proposição e/ou realização de algo novo; novidade. Para o designer Dari Beck, “o design e a inovação se complementam, eles não existem isoladamente”. Principalmente no mercado de móveis para escritório, é preciso ficar sempre antenado nas mudanças de tecnologia e formas de trabalhar para que o design acompanhe estas fases. Mais uma vez, Dari reforça o conceito de que inovação não é seguir modismos. “Diferente do mundo da moda, não podemos trabalhar por coleções. Fazemos como a indústria automobilística, criamos produtos com grande longevidade que ao longo do tempo podem sofrer redesenhos para se adaptar”.
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A Flexiv mostrou sua nova identidade na feira Office Solution, que aconteceu
do dia 12 a 16 de maio em São Paulo. Com alternativas funcionais e elegantes,
o estande surpreendeu os visitantes. Confira abaixo fotos da feira
e lançamentos da Flexiv.
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